domingo, 5 de outubro de 2008

Poder da maquinaria discursiva II

Queria ter sido possível contar a vocês, tutores das demais regiões, como foi nossa experiência em Santo Antonio do Descoberto com o filme Desmundo, mas aproveito este instrumento para dizer que não foi muito diferente do que consegui escutar daquele momento de partilha.

Quando passei o filme me limitei a apenas a apresentá-lo e indagar o significado do título deste. O que causou euforia e expectativa quanto ao que ia ser visto na tela. Fiz questão de criar um momento realmente pipoca e refrigerante com os cursistas. Foi muito interessante! Amaram!

Após o filme, já quase sem tempo para muito, dei aos cursistas quatro questões que os norteariam na elaboração do texto que pedi para ser feito no formato que achassem melhor: resenha, síntese, dissertação e etc.

Os questionamentos foram os seguintes:

a) Por qual razão trabalhar este filme (Desmundo) no Ensino Fundamental; como trabalhar;

b) O que destacaria como principal assunto do filme;

c) Qual a importância do filme junto aos nossos estudos do fascículo 6;

d) A importância do estudo da história da língua

Dos trabalhos escritos entregues a mim, pude notar uma assimilação muito satisfatória do conteúdo em pauta e que os cursistas extravasaram trazendo questões muito pertinentes aos nossos estudos. Isto mais constatado ainda, no nosso momento de socialização em um de nossos encontros aqui em SAD.

Estamos terminando um painel de apresentação para exposição sobre os fenômenos constituintes da mudança lingüística na intenção de interar os demais, desde os mais “próximos” desta ciência – lingüística – aos mais “distantes” e, claro, reforçar, suscitar a cultura de tolerância e evocar do maior número possível de pessoas o sentido mais intimista da palavra ALTERIDADE!!!

Dando por certas nossas intenções, veremos uma ainda maior maquinaria se erguer com maior força com o auxílio da polifonia a favor dos desprestigiados, marginalizados por exercerem sua função de falantes da forma como seu meio sócio-histórico lhes incutiu a língua e, por conseguinte a linguagem que manejam em seu cotidiano.

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